Veterinária ensina a forma correta para a eliminação esses animais.
Centro de Controle de Zoonoses da cidade pede o auxílio da população.
Infestação de caramujos causa transtornos em Araguaína
Em Araguaína, no norte do Tocantins, uma infestação de caramujos africanos tem causado transtornos durante este período de chuvas. O animal foi trazido da África para o Brasil a fim de ser utilizado na culinária como uma espécie de escargot, mas logo os especialistas descobriram que o caramujo africano era na verdade um inimigo que se tornou uma praga. Para controlar a população deste animal na cidade, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) pede o auxílio dos moradores."É muito importante que a comunidade tenha consciência e que tome certos cuidados com o ambiente onde vive. Esse caramujos são de grande proliferação, eles conseguem reproduzir em média 200 ovos a cada postura. Então a gente pede para a comunidade fazer a coleta desses animais, porque se eles entrarem em contato com as crianças podem trazer sérios problemas de saúde", explica a veterinária do CCZ, Luciana Coelho.
O molusco se alimenta de praticamente todas as espécies de plantas. Ele pode ser visto em locais como árvores e até muros. Por isso, é importante a atenção dos moradores quanto a forma correta de eliminação. Fazer a coleta manual e utilizar luvas para proteger as mãos de uma possível contaminação, são alguns dos cuidados que devem ser tomados pela população. Depois, os animais devem ser jogados em sacos plásticos e esmagados, para então serem recolhidos como lixo doméstico.
"As pessoas precisam quebrar aquela parte mais dura do caramujo, para evitar que ela acumule água. Agora com relação ao sal, que é muito usado para eliminar esses animais, ele apenas desidrata o caramujo e os ovos acabam ficando, ou seja, a gente pensa que está eliminando, mas não está", conclui Luciana.
Infestação de caramujos causa transtornos em Araguaína
Em Araguaína, no norte do Tocantins, uma infestação de caramujos africanos tem causado transtornos durante este período de chuvas. O animal foi trazido da África para o Brasil a fim de ser utilizado na culinária como uma espécie de escargot, mas logo os especialistas descobriram que o caramujo africano era na verdade um inimigo que se tornou uma praga. Para controlar a população deste animal na cidade, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) pede o auxílio dos moradores."É muito importante que a comunidade tenha consciência e que tome certos cuidados com o ambiente onde vive. Esse caramujos são de grande proliferação, eles conseguem reproduzir em média 200 ovos a cada postura. Então a gente pede para a comunidade fazer a coleta desses animais, porque se eles entrarem em contato com as crianças podem trazer sérios problemas de saúde", explica a veterinária do CCZ, Luciana Coelho.
O molusco se alimenta de praticamente todas as espécies de plantas. Ele pode ser visto em locais como árvores e até muros. Por isso, é importante a atenção dos moradores quanto a forma correta de eliminação. Fazer a coleta manual e utilizar luvas para proteger as mãos de uma possível contaminação, são alguns dos cuidados que devem ser tomados pela população. Depois, os animais devem ser jogados em sacos plásticos e esmagados, para então serem recolhidos como lixo doméstico.
"As pessoas precisam quebrar aquela parte mais dura do caramujo, para evitar que ela acumule água. Agora com relação ao sal, que é muito usado para eliminar esses animais, ele apenas desidrata o caramujo e os ovos acabam ficando, ou seja, a gente pensa que está eliminando, mas não está", conclui Luciana.

