Profissionais da saúde paralisam as atividades por 24 horas no Tocantins
SEGUNDO O SINTRAS, 70% DOS SERVIÇOS SERÃO PARALISADOS EM 11 UNIDADES.
CATEGORIA REINVIDICA PRORESSÃO SALARIAL E
OUTROS BENEFÍCIOS.
Profissionais da saúde de 11 unidades hospitalares regionais do estado paralisaram os serviços na manhã desta segunda-feira (30). Na capital vários estão reunidos em frente ao Hospital Geral dePalmas (HGP) e segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sintras), Manoel Miranda, a paralisação irá permanecer por 24 horas e poderá haver uma greve por tempo indeterminado no próximo dia 6 de abril.
As principais reinvidicações da categoria são por melhores condições de trabalho e a medida é também por uma insatisfação com a decisão do governo que anulou a progressão salarial da categoria, além do pagamento dos retroativos de insalubridade e adicional noturno. Conforme o Sintras, durante este período de 24 hroas serão mantidos apenas os serviços considerados de urgência e emergência, além de atendimento de pacientes internados configurando 70% dos serviços normais.
As unidades que terão parte das atividades paralisadas são os hospitais regionais, de Paraíso, Gurupi, Araguaína, Porto Nacional,Arraias, Dianópolis, Miracema, Guaraí, Hospital Geral de Palmas, Hospital Dona Regina e Hospital Infantil que ficam na capital. Serviços como cirurgias eletivas consultas de rotina e exames de rotina comum não irão acontecer.
Conforme a Secom, uma comissão técnica do governo terá uma reunião com a categoria ainda no final da tarde desta segunda-feira (30) para abrir diálogo e tentar resolver o impasse. A reunião será realizada na secretaria estadual da administração e pretende discutir a inclusão e pagamento das progressões, adicional noturno e insalubridade.
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Polícia: copiloto destruiu dispensa médica que tinha para o
Polícia: copiloto destruiu dispensa médica que tinha para o
dia do desastre
Andreas Lubitz teria rompido com a noiva e ainda estaria
em
tratamento; investigadores encontram registros de doença
Lubitz em maratona de pilotos, em 2009: copiloto sofria de transtornos recorrentes, segundo imprensa alemã - Foto-Team-Mueller / REUTERS
DÜSSELDORF/MONTABAUR - Policiais que vasculharam o apartamento de Andreas Lubitz em Düsseldorf encontraram pistas significativas que indicam que o copiloto da Germanwings sofria de doença psicológica, entre elas documentos indicando a presença dele em tratamento psiquiátrico e notas destruídas de dispensa médica — inclusive para o dia do acidente. No entanto, não se trata de uma carta de suicídio, assim como não foi achada qualquer relação com extremismo religioso.
DÜSSELDORF/MONTABAUR - Policiais que vasculharam o apartamento de Andreas Lubitz em Düsseldorf encontraram pistas significativas que indicam que o copiloto da Germanwings sofria de doença psicológica, entre elas documentos indicando a presença dele em tratamento psiquiátrico e notas destruídas de dispensa médica — inclusive para o dia do acidente. No entanto, não se trata de uma carta de suicídio, assim como não foi achada qualquer relação com extremismo religioso.
De acordo com um comunicado emitido pelos investigadores alemães, o copiloto tinha um atestado médico para não trabalhar no dia do desastre. Ele também teria destruído registros de médicos que indicavam que ele não estava bem o suficiente para o serviço. Não foi informado o teor das condições médicas das quais Lubitz sofria.
"O teor das notas, incluindo a destruída que o daria dispensa para o dia, mostram que ele estaria escondendo a doença de seus empregadores", diz a nota.
Christoph Kumpa, promotor responsável pelas investigações, afirmou a jornalistas que Lubitz escondia uma doença mental.
Preocupado com o andamento das investigações, o premier francês, Manuel Valls, pediu que a Lufthansa (matriz da Germanwings) entregue todos os dados que possua sobre Lubitz para o governo francês.
O CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, disse na quinta-feira que Lubitz só foi capaz de voltar a treinar depois de ter tido sua adequação "restabelecida", em 2008. O presidente da Associação de Pilotos da Aviação Civil, Ilja Schultz, pediu que não fossem tomadas "conclusões apressadas sobre o episódio antes da leitura das duas caixas-pretas".
Policiais carregam materiais apreendidos na casa de Andreas Lubitz - RALPH ORLOWSKI / REUTERS
SUPOSTO ROMPIMENTO COM NOIVA
Algumas descobertas vieram à tona depois de policiais terem feito buscas na noite de quinta-feira no apartamento de Lubitz em Düsseldorf, além da casa em que o copiloto de 27 anos morava com os pais em Montabaur, ao norte de Frankfurt. Vários itens foram retirados, incluindo caixas e um computador, das duas propriedades.
Segundo o tabloide alemão "Bild", Lubitz teria rompido o relacionamento que mantinha com a noiva, com quem estaria junto há sete anos. Foi apontado um dia antes que eles estariam prontos para se casar no ano que vem.
O copiloto estaria passamento por um tratamento de um ano e meio, e um especialista teria recomendado que ele fosse reavaliado pela empresa por conta de "problemas emocionais". Ele ainda estava em tratamento, supostamente até o dia do acidente.
O jornal "Bild "também se refere a registros médicos confidenciais para afirmar que o copiloto passou por um "episódio fortemente depressivo", e que foi por isso que ele se interrompeu seu treinamento por vários meses, em 2008. O "Bild" também aponta que a escola da Lufthansa no Arizona, onde Lubitz treinou, teria considerado o jovem "não apto para voo".


